Esperanças renovadas: ANVISA aprova lenalidomida e mais 3 tratamentos para câncer.

 

Quatro novos medicamentos para tratamento do câncer foram aprovados pela Anvisa.

Os produtos são inéditos no país e ampliam as variedades para o tratamento de diferentes tipos de câncer. Os novos medicamentos são a lenalidomida,o durvalumabe,o olaratumabe e o netupitanto associado com a palonosetrona

 

 

Revlimid® (Lenalidomida)

O medicamento é indicado, em combinação com a dexametasona, para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo refratário ou recidivado que já tenham recebido pelo menos um tratamento anterior. A lenalidomida também é indicada para pacientes com anemia dependente de transfusões decorrentes de síndrome mielodisplásica.

Akynzeo (netupitanto + palonosetrona)

O netupitanto + palonosetrona foi registrado com o nome comercial de Akynzeo. Este novo medicamento é indicado para a prevenção de náuseas e vômitos agudos ou tardios em pacientes que estão passando por quimioterapia. As náuseas e vômitos são efeitos colaterais comuns que dificultam o tratamento do câncer. Entre os problemas estão a deficiência nutricional, ansiedade e depressão, redução da dose do medicamento e até mesmo interrupção do tratamento. Por isso, a eliminação de náuseas e vômitos durante tratamentos quimioterápicos é fundamental para que o paciente tenha melhores chances de cura.

Imfinzi (durvalumabe)

O durvalumabe foi aprovado com indicação para o tratamento de pacientes com carcinoma urotelial localmente avançado ou metastático que tiveram progressão da doença durante ou após a quimioterapia à base de platina. O produto também é indicado para pacientes que tiveram progressão das doenças em até 12 meses de tratamento neoadjuvante ou adjuvante com quimioterapia contendo platina.

Lartruvo (olaratumabe)

Este também é um produto biológico novo indicado para pacientes com sarcoma de tecido mole avançado, que não podem fazer radioterapia ou passar por cirurgia e que não foram previamente tratados com antraciclínicos.

Com os avanços nas pesquisas farmacêuticas em busca de novas drogas as esperanças e a fé na cura do câncer se renovam. Dentre esses novos medicamentos temos os tratamentos que poderão promover a cura e os que oferecerão um conforto para o paciente que passa pelo doloroso processo de receber a quimioterapia.

 

Texto por: Farmacêutica responsável Thais Volpato

Definições sobre medicamentos : Medicamentos referência X Medicamentos genéricos X Medicamentos Similares

Medicamentos de referência:

Os medicamentos de referência, também conhecidos como “de marca”, são remédios que possuem eficácia terapêutica, segurança e qualidade comprovadas cientificamente no momento do registro, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Laboratórios farmacêuticos investem anos em pesquisas para desenvolver os medicamentos de referência. Geralmente são medicamentos com novos princípios ativos ou que são novidades no tratamento de doenças. A eficácia e a segurança precisam ser comprovadas.

Medicamentos genéricos:

Os genéricos são medicamentos que apresentam o mesmo princípio ativo que um medicamento de referência.

Na embalagem do remédio genérico há uma tarja amarela, contendo a letra “G”, e aparece escrito “Medicamento Genérico”. Como esse tipo de medicamento não tem marca, o consumidor tem acesso apenas ao princípio ativo do medicamento.

Os genéricos geralmente são produzidos após a expiração ou renúncia da proteção da patente ou de outros direitos de exclusividade e a aprovação da comercialização é feita pela ANVISA.

Esses medicamentos também são aprovados nos testes de qualidade da ANVISA, em comparação ao medicamento de referência e devem apresentar EXATAMENTE os mesmos resultados em comparação aos medicamentos referência.

Os medicamentos genéricos podem substituir os medicamentos de referência em geral apresentam-se com custo mais acessível.

Medicamentos similares:

Os medicamentos similares são identificados pela marca ou nome comercial e possuem a mesmo princípio ativo, na mesma forma farmacêutica e via de administração dos medicamentos de referência. Também são aprovados nos testes de qualidade da ANVISA, em comparação ao medicamento de referência.

A diferença entre os remédios similares e os de referência está relacionada a alguns aspectos como: prazo de validade do medicamento, embalagem, rotulagem, no tamanho e forma do produto.

De acordo com a regulamentação da ANVISA, os medicamentos similares não podem ser substituídos pelos de referência quando prescritos pelo médico.

Todos os medicamentos são bons e fazem o efeito esperado, mas isso depende da sua procedência: um laboratório de boa referência e com responsabilidade sobre toda sua cadeia fabril. Com fornecedores homologados, responsáveis e testes de qualidade dentro dos especificados nas farmacopeias.

Jarbas Barbosa (diretor-presidente da Anvisa) fala sobre papel das agências reguladoras.

Jarbas Barbosa (diretor-presidente da Anvisa) fala sobre papel das agências reguladoras.

Jarbas Barbosa participou, no dia 8/1, do X Congresso Brasileiro de Epidemiologia, onde ministrou uma palestra sobre a importância do papel das agências reguladoras nas emergências de saúde pública.

Sobre a Anvisa, Jarbas destacou, entre vários outros pontos, a Coalizão Internacional de Agências Regulatórias de Medicamentos – ICMRA, da qual a Agência faz parte, e suas estratégias regulatórias.

Jarbas Barbosa também elencou alguns desafios que a Anvisa tem pela frente, como a consolidação de marcos legais e conceituais das emergências em VISA, o desenvolvimento de planos de contingenciamento e a integração do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária nas redes mundial e nacional.

Uma maior clareza no papel da vigilância sanitária também foi ressaltada pelo diretor-presidente da Anvisa: “O SUS deveria incorporar mais a atividade de vigilância sanitária no seu dia-a-dia. O sistema de Vigilância sanitária é muito fragmentado e não tem atribuições de responsabilidades definidas. Tem estado e município fazendo normas. Podemos chegar a um caos normativo tremendo se não definirmos exatamente qual é o papel de cada um”.

Speed Transfer presente em evento de capacitação na Anahp

Anahp- Associação Nacional de Hospitais Privados é uma entidade representativa dos principais hospitais privados de excelência do país. Criada em 11 de maio de 2001, surgiu para defender os interesses e necessidades do setor e expandir as melhorias alcançadas pelas instituições privadas para além das fronteiras da Saúde Suplementar, favorecendo a todos os brasileiros. A constituição da Anahp foi firmada por meio da Carta de Brasília que reúne as diretrizes e objetivos da Associação. Atualmente, a entidade ocupa uma função estratégica no desdobramento de temas fundamentais à sustentabilidade do sistema. Representante de hospitais reconhecidos pela certificação de qualidade e segurança no atendimento hospitalar, além de promover ações que transcendem os interesses das instituições associadas, a Anahp está preparada para fortalecer o relacionamento setorial e contribuir para a reflexão sobre o papel da saúde privada no País.

A Speed Transfer tem como diretriz principal a excelência na qualidades dos serviços de transportes prestados no setor da área da saúde e hospitalar.

Com esse objetivo a Speed Transfer sempre está presente nas capacitações de melhorias de serviços junto aos órgãos que promovem e são indicadores dessa qualidade.

No dia 31 de Agosto DE 2017 a Speed Transfer participou do café da manhã na Anahp, onde foi ministrada uma palestra sobre as inovações e as necessidades no setor hospitalar


Treinamento Transportes de Materiais Biológicos – UN3373

Segundo o Manual de Vigilância Sanitária Sobre o Transporte de Material Biológico Humano para Fins de Diagnóstico Clínico da ANVISA ;

Material Biológico Humano é: Tecido ou fluído constituinte do organismo humano, tais como: excrementos, fluídos corporais, células, tecidos, órgãos ou outros fluidos de origem humana ou isolados a partir destes.
A RDC 20 de 10 de Abril de 2014 da ANVISA dispõe sobre o regulamento sanitário para o transporte de material biológico humano.

A maioria desses materias são perecíveis e devem ser transportados em temperaturas baixas:

-Refrigerado ou resfriado de 8 à 15 graus Celsius

-Frio até 8 Graus Celsius

– Congelados -20 à -10 Graus Celsius

Todos devem ser transportados em Tríplice embalagem para garantir a segurança do material, do transportador e meio ambiente. Como preconiza a RDC 20 de 10 de Abril de 2014.

A Speed Transfer segue todos os critérios necessários para a segurança do material além de possuir a licença para Transporte de Material Biológico Humano UN 3373, tornando toda a cadeia de transporte legalizada e assistida perante as autoridades sanitárias.

A Speed Transfer para garantir ainda mais a segurança e qualidade dos serviços nesse tipo de transporte, oferece treinamentos e capacitações para os colaboradores dos clientes que utilizam esse transporte.

Área da Saúde – RT

Qualidade nos processos de transportes.

No dia 19 de dezembro de 2014 foi sancionada a lei 15.626 onde torna-se obrigatória a presença do Farmacêutico Responsável Técnico em empresas transportadoras de medicamentos/ produtos para saúde. A presença de farmacêuticos nas transportadoras de medicamentos é essencial, dentre outros aspectos, para o constante acompanhamento de produtos como vacinas, material biológico, medicamentos oncológicos, insulinas, entre outros; cuja exposição a condições indesejáveis tais como temperaturas extremas, mal armazenamentos/acondicionamentos podem prejudicar a qualidade e integridade desses produtos.

 

O responsável técnico, tem o dever ético de zelar não somente pela qualidade dos serviços prestados, mas também pelo cumprimento das normas éticas e sanitárias,mais do que uma exigência legal é uma garantia da Speed Transfer para com seus clientes de que a prestação dos serviços está sendo executada por um profissional habilitado e capacitado.